Como competitividade, previsibilidade e suporte operacional garantiram uma operação Dry estável para uma das maiores indústrias moveleiras da região
A Bertolini é uma indústria moveleira de grande porte, com forte atuação internacional e ciclos de exportação baseados em lotes fechados. Para esse tipo de operação, estabilidade, competitividade e suporte documental são fatores decisivos.
A parceria com a Newest surgiu justamente de uma necessidade clara: encontrar um operador Dry que entregasse não apenas bons valores de frete, mas também previsibilidade e segurança operacional em rotas estratégicas.
Este case mostra como isso foi feito.
1. O início: relacionamento, leitura de necessidade e timing correto
A Newest vinha monitorando e estudando o setor moveleiro da Serra Gaúcha, analisando comportamento de demanda, sazonalidade e necessidade de previsibilidade.
Ao longo das prospecções, foi possível construir um relacionamento próximo com a Bertolini, entender o modelo de embarques da empresa e mapear os pontos críticos da operação, especialmente na exportação para a América Latina.
Esse entendimento foi essencial para identificar o momento certo de apresentar uma proposta competitiva.
2. A oportunidade: uma cotação estratégica para a Colômbia
A oportunidade surgiu quando a Bertolini abriu a demanda para um lote composto por 3 cargas, totalizando 12 contêineres, destinados à Colômbia.
A Newest apresentou uma proposta de frete altamente competitiva, resultado de:
• boa abertura com armadores na rota Colômbia–Brasil
• negociação consistente
• leitura precisa das janelas e comportamento da rota
O valor apresentado foi abaixo do que a empresa recebia de seu agente anterior, o que abriu espaço para uma nova relação comercial.
3. O diferencial: Dry operado com padrão Reefer
Além do custo competitivo, a Bertolini buscava um parceiro que entregasse mais que frete.
Eles precisavam de uma operação que reduzisse risco e/ou eliminasse ruídos na fase documental e operacional, pontos que geravam preocupação no processo anterior.
A Newest apresentou exatamente isso:
Dry com padrão Reefer, que inclui:
• análise técnica da rota
• escolha de janelas consistentes
• acompanhamento diário do embarque
• comunicação objetiva sobre cada etapa
• suporte operacional e documental através de parceiros consolidados no exterior
• redução de riscos ao cliente final
Esse modelo deu segurança e foi decisivo para a mudança de fornecedor.
4. O resultado: 51 contêineres embarcados em 2025
Entre março e setembro de 2025, a Newest embarcou 51 contêineres Dry para a Bertolini.
Como a empresa trabalha com lotes fechados, tratam-se de operações concentradas e de alta sensibilidade, em que atraso ou falha operacional impactam diretamente o calendário comercial do cliente.
A operação foi executada com estabilidade e previsibilidade, reforçando a confiança da Bertolini no método Newest.
5. Por que a operação funcionou
A Bertolini escolheu a Newest porque encontrou três elementos fundamentais:
Competitividade real
Condições de frete mais vantajosas em rota estratégica.
Previsibilidade operacional
Acompanhamento diário, rotas consistentes e comunicação clara.
Suporte documental e integração com parceiros externos
Garantia de fluidez mesmo fora do Brasil.
Essa combinação transformou a exportação Dry em uma operação segura e assertiva — exatamente o que o setor moveleiro exige.
Conclusão: Dry eficiente nasce de método, não de improviso
O case Bertolini demonstra que exportação Dry não deve ser tratada como operação simples.
Quando envolve lotes fechados, prazos rígidos e mercados internacionais exigentes, o nível de previsibilidade precisa ser alto.
A Newest entregou competitividade, método e controle.
E transformou um lote específico em uma operação bem-sucedida, consistente e replicável.
Este é o impacto de aplicar ao Dry o mesmo rigor técnico usado no Reefer: estabilidade, clareza e resultados concretos.